domingo, 25 de julho de 2010

Dia fora do tempo


O calendário Maia começa em 26/7 e vai até 24/7 do outro ano, com suas 13 luas (meses) de 28 dias cada, assim, o dia 25/7, é o dia fora do tempo.
É um dia especial da cultura galáctica e ficou também conhecido como o “Dia do Perdão Universal” ou o “Dia Verde”.
Este dia contém apenas o aspecto espiritual ou energético do tempo. Vamos aproveitar sabiamente nosso dia fora do tempo pra um novo começo amanhã!

domingo, 11 de julho de 2010

Sejamos felizes!



Hoje acontecerá o eclipse solar (mais precisamente às 16:40 h) com a Lua Nova em Câncer.

Será um eclipse total, mas no Brasil só poderá ser visto na região sul, ao pôr do sol como um eclipse parcial, apenas 20%.

O Sol, que nos dá vida e ilumina nosso caminho, une-se brevemente com as qualidades sombrias e misteriosas da Lua. A Lua bloqueia a luz do Sol. Isso simboliza esse momento de olharmos pra dentro, de reflexão e mudança, um momento significativo no nosso desenvolvimento pessoal.

Esse eclipse representa uma grande oportunidades de limpeza, de terminar o que precisa ser terminado para que boas mudanças ocorram. Ele é um confronto entre o passado e o futuro.

É hora de rever ações e padrões de comportamento que precisam mudar, rever hábitos, obstáculos e ressentimentos que ainda possam estar escondidos, pois este é o momento ideal para liberar tudo isso. É tempo de finais e (re)começos, de mudanças e renovações.

Momento de traçar novas metas e qualidades que desejamos alcançar. Plantar sementes e intenções. Siga em frente, pois o período promete transformações marcante, manifestando nossos desejos mais nobres. Para decidirmos quem realmente somos, o que realmente importa, porque estamos aqui e o que faremos com nossas vidas.

sábado, 12 de junho de 2010

All we need is love



Nebulosa do Coração

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O que é o ascendente?



O Ascendente é o marco exato do horizonte leste (onde nasce o Sol) no momento da primeira respiração independente da criança (em se tratando de mapas natais). Com isso inicia-se um ciclo, sendo esse o passo inicial ou primeiro estágio de vida e de seu próprio desenvolvimento.

Sempre atribuímos à vida as qualidades do nosso signo ascendente e dos planetas que estiverem próximos a esse marco. É a lente com a qual enxergamos e valorizamos a vida. É o que formata a “nossa visão” propriamente dita.

Todo o mapa natal tem uma configuração específica. Porém essas energias não interagem com o meio sem passar pela formatação das características do signo ascendente.

Sempre que algo novo acontece, algo desconhecido nos relaciona primeiramente com a situação usando as características do nosso ascendente. Isso fica claro quando temos uma primeira impressão de uma pessoa que acabamos de conhecer. Essa impressão é proveniente da energia do ascendente dessa pessoa, sendo que ela também vai ter a primeira impressão em relação a você, de acordo com o seu signo ascendente. Às vezes julgamos cedo demais alguém cujo “ascendente não agrada”, mas com o tempo conhecendo a essência da pessoa (Sol), é comum haver uma bela relação, seja ela qual for. Ou por outro lado um ascendente que pode “enganar” pois agrada carismaticamente, podendo ou não esconder algum tipo de característica que futuramente não seja “compatível”.

Talvez fique mais claro pensar que o nosso signo solar é o motivo, a razão pela qual estamos aqui. Nossos objetivos. O Ascendente é o caminho. "Como" chegaremos lá.

Para saber o signo ascendente, o dado que exige maior precisão é a hora de nascimento. O ascendente depende do movimento de rotação da Terra em seu próprio eixo, assim mudando a cada 2 horas ( nas 24 horas, o ascendente passa pelos 12 signos).

Uma outra questão que é comum ser colocada..."A gente se torna o ascendente depois dos 30 anos ?". Absolutamente não. Ninguém nunca deixará de "ser o signo solar para ser o signo ascendente". O que acontece é um processo, que se inicia por volta dos 25 anos, e vai até por volta dos 30 anos. Esse processo é como uma gradual intensificação da energia do signo ascendente na personalidade da pessoa. "O motivo é o mesmo, o caminho é que fica mais perceptível a todos".

Perceba em vc as diferenças que sente entre seu signo solar, e seu ascendente. É um bom exercício para que gosta de estudar astrologia, ou a si mesmo.

Texto de Carlos Falcão

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Nada acontece por acaso, mas sim, por ocaso



O que busco numa relação? Porque “atraio” tal relação? O signo descendente (Casa 7) pode explicar isso.

Ele é exatamente o grau oposto ao signo ascendente (Casa 1). É aquele que estava na mesma posição onde ocorre o pôr-do-sol, descendo na linha do horizonte, na hora do nascimento de uma pessoa.

Seu signo representa o conjunto de qualidades complementares que precisamos somar à nossa personalidade para um maior crescimento, pois não as possuímos, ou, se possuímos, estão pouco desenvolvidas.

Sendo assim, vamos buscar esse “complemento” nos outros que já possuam esses talentos desenvolvidos e evidentes, extraindo de cada relação o que ela pode nos dar, com espontaneidade e naturalidade, de acordo com o equilíbrio da Vida.

Aprende-se a sabia lição de que não estamos sós, que o outro pode ser o nosso espelho e que muito sobre nós mesmos poderá ser compreendido através dos contatos, das relações (sejam de amizade, profissionais ou amorosas). Se isso não for observado numa relação, perdemos a possibilidade de crescer com ela.

O descendente nos mostra as variadas modalidades de relacionamento, os tipos de parceiros e o que realmente se busca numa união ou associação.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O Zodiaco


Sempre gosto de entender as coisas. Preciso primeiro racionalizar pra que elas de fato entrem e se façam orgânicas em mim. Obviamente que retiro tudo que não pode ser racionalizado, mas podendo ser, estou atrás dessa informação.

Postei anteriormente um texto que explicava sobre o porquê do Áries ser o signo que começa o ano astrológico. Agora irei comentar sobre o porquê dos signos. Porque são 12? Porque esses nomes e símbolos?

Costuma-se dizer que a astronomia surgiu depois da astrologia, pois, desde tempos muito antigos, costumava-se associar os acontecimentos na Terra com o que estava acontecendo nos céus. Fases da lua para a colheita e plantação, estações do ano, tudo tinha influência sobre os movimentos daqui.

Observando os céus sistematicamente e gradativamente, descobriram que havia determinadas constelações com formas humanas, de animais ou de simples objetos que apareciam e se repetiam em determinados períodos do ano, conforme as sucessivas mudanças das estações.

Assim, essas 12 figuras formadas por 12 constelações que aconteciam e se repetiam em um ciclo determinado, passaram a simbolizar essas épocas do ano em que estavam representadas ali no céu.

Assim, o Zodíaco é o símbolo mais antigo e um dos mais conhecidos, pois representa a associação entre os desenhos celestes e o tempo marcado pelas estações do ano.

sexta-feira, 26 de março de 2010

2012



Sobre 2012 (o Alinhamento do sol do solstício com o centro da nossa galáxia) .... Hummm ... Antes de falar o que penso “vamos observar a história recente"... aproximando o ano de 1900 haviam pessoas na época que falavam sobre acharem que o mundo ia acabar... Em 2000 a gente já se lembra bem melhor qual era "o discurso". Haviam previsões antigas sobre o dia 3 de maio de 2000. Nesse dia, TODO o céu astrológico até então conhecido na antiguidade (sol, lua, mercúrio, vênus, marte, júpiter e saturno) estava em Touro que entre outras coisas representa de forma geral a matéria (urano, netuno e plutão foram descobertos BEM mais tardes por não serem vistos a olho nu). O que aconteceu? Nada. Bug do milênio? Nada. Fim do mundo ? Acho que não.

Esse tipo de "alarmismo histérico" que ocorrem em finais e inícios de ciclos, séculos, milênios é natural, esperado e é um arquétipo coletivo muito antigo. Apenas ao meu entendimento HOJE é algo que vem se tornando apenas mais uma corrente semi-religiosa entre outras tantas. Os "apocalipcionistas".

Quem comprova, por exemplo, que o Calendário Maia não foi 'parado aí' somente porque era um final de um ciclo "grande" (6500 anos) nas proporções humanas e talvez imaginassem que "os povos à frente do seu tempo" fossem APRIMORAR o conhecimento "antigo" e lhe dar uma nova cara? Será que não deveríamos continuar "a seqüência" do Calendário Maia normalmente já que o "aprimoramento" de fato não aconteceu na medida que nos afastamos da natureza e da nossa própria natureza ?

O que observamos é que existem motivos e eventos que são "seqüestrados" por grupos ideológicos, filosóficos ou religiosos, institucionalizados ou não, para justificarem e argumentarem aquilo que na verdade é uma questão mais profunda. Entre esses grupos temos os "apocalipcionistas" que desde algum tempo vem "pregando" que o mundo vai acabar... Em 2000, 2012... Depois de 2012, Qual é "a bola da vez”? “Marque as pessoas” que falaram sobre 2012 e pergunte a elas em 2013...O que acontecerá “dessa vez” ?

Colocando os pés um pouco no chão, no meu entendimento os ciclos existem sim... Como de todo Ser, império e raça dominante... Cada uma tem seu nascimento (ou momento de evidência), seu ápice, declínio e por final um momento delicado, que pode acabar tanto na extinção como em uma necessidade de adaptação por não ser mais "quem manda" ou o Ser, raça ou império “dominante”.

A "farra" em relação à utilização dos recursos naturais na Terra ainda é grande. Aí sim temos um problema real, grave e urgente. Mas não são os ciclos, o Calendário Maia, a Astrologia, os Oráculos, os Deuses quem estão "trazendo o fim do mundo". O que está acontecendo é apenas que o Ser Humano está criando e caminhando a sua própria estrada de extinção e levando consigo boa parte da vida no planeta. É o NOSSO livre-arbítrio individual e coletivo que está nos conduzindo para isso.

Uma grande parcela da humanidade já está plenamente sintonizada com as necessidades de mudanças abrangentes e urgentes no comportamento diário relacionado ao meio ambiente. Porém ainda somos reféns de sistemas de organização social (sejam ditaduras ou democracias) corruptas em todo o mundo, onde seus dirigentes parecem adolescentes que vivem "comparando o tamanho do poder" e o povo bebe de “palavras carismáticas” para não precisar encarar uma realidade coletiva bastante cruel. Em regra porque não foi instruído o suficiente para filtrar os fatos e cobrar de seus governantes posturas minimamente decentes.


Ainda somos prepotentes em falar "O Mundo vai acabar"... Como se o mundo fôssemos apenas nós.

Ciclos...

Texto de Carlos Falcão - Jan/2010